Quanta gente! Quantos jovens! Não é festa, não é filme, não é futebol. É outra paixão: livros, um amor nem sempre fácil de concretizar.
A viagem que pode começar em uma Bienal do Livro, no país em que mais de 14 milhões de pessoas não sabem ler. Ao todo, 305 estandes de livros que espelham o mundo em que vivemos.
A grandiosidade e os números da 21ª Bienal desmentem a história de que o brasileiro não gosta de ler. Até o dia 22 de agosto, 600 mil pessoas vão passar por lá. Serão vendidos dois milhões de livros. E os compradores serão jovens de comunidades pobres ou adultos de classes média, alta ou baixa.
Eles se cruzarão pelos corredores ou se encontrarão em ambientes pequenos, como o Café Literário. Vão trocar idéias com 305 escritores famosos brasileiros e 21 estrangeiros, como o australiano Markus Zusak, autor de um dos livros mais vendidos no mundo atualmente: “A menina que roubava livros”. Ele está impressionado com um evento desse tamanho na América do Sul.
“Sabia que seria grande, mas não tão grande”, comentou Markos Zusac.
“A surpresa é que isto vem acontecendo em um Brasil tão carente, que nós gostaríamos que tivessem muito mais bibliotecas, muito mais livrarias, que todo mundo tivesse acesso ao livro”, conta o representante do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, Paulo Rocco.
Uma Bienal grande, mas íntima, tudo partindo de algumas folhas de papel impresso, coladas, encapadas. Mas quantas fronteiras elas podem abrir para o leitor...
Notícia


Vale a pena ir, mas ficar lá o dia inteiro pode ser bem cansativo...
ResponderExcluirÉ bom pesquisar preço pq alguns livros estão até mais caros do que em outros lugares, a comida também é uma fortuna, mas fazer o que?!? Ou vc come ou passa fome... ^^'