Bolo Formigueiro – rende 24 cupcakes
* 2 xícaras de farinha de trigo
* 1 colher de sopa de fermento em pó
* 200g manteiga em temperatura ambiente
* 2 xícaras de açúcar
* 4 gemas
* 100g de coco ralado seco (um pacotinho)
* 1 xícara de leite
* 50g chocolate granulado (ou granulados coloridos)
* 4 claras batidas em neve
Para o bolo
Preaqueça o forno a 180°C. Coloque forminhas de papel em duas formas para muffins de 12 buraquinhos. Reserve.
Em uma tigela grande, peneire a farinha e o fermento. Misture Bem. Reserve
Na batedeira, bata as claras em neve. Reserve.
Bata a manteiga e o açúcar até formar um creme branco e fofo. Junte as gemas, uma a uma, batendo bem a cada adição. Junte o coco ralado e bata para misturar. Junte a mistura de farinha, alternado com o leite (farinha/leite/farinha/leite/farinha). Misture o granulado.
Tire da batedeira. Junte as claras em neve, envolvendo cuidadosamente com uma colher grande para incorporar.
Encha as forminhas com a massa até 2/3 cheias. Asse por mais ou menos 20 a 25 minutos. Um palito deve sair seco quando espetado nos bolinhos.
Cobertura Cor-de-Rosa
* 1 xícara de água
* 2 xícaras de açúcar
* 3 colheres de sopa de gelatina de sabor morango, cereja, framboesa, etc
* 2 claras batidas em neve
* 1 colher de chá de baunilha
Misture muito bem a água com o açúcar e a gelatina e leve ao fogo para levantar fervura, e até que o açúcar esteja dissolvido. Adicione esta mistura lentamente às claras batidas em neve, batendo na batedeira em velocidade máxima, até obter a consistência de suspiro (levei uns 10 minutos, na Kitchen-Aid). Acrescente a baunilha e misture bem.
Na decoração desses cupcakes, use um saco de confeitar com bico perlê bem largo, formando montinhos de cobertura, e polvilhe com açúcar cristal colorido.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Cupcake: essa guloseima fofa vem roubando a cena ultimamente
Os adjetivos são os mais variados possíveis, mas o resultado é sempre o mesmo: todo mundo se derrete diante de um cupcake. Esse bolinho superfofo vem roubando a cena em casamentos, festas de aniversário, encontros gastronômicos ou qualquer outro evento que envolva comidinhas que conquistam à primeira vista. E ainda viraram uma alternativa perfeita para presentear.
Tão charmosos e tão práticos: os cupcakes são assim!!! É claro que você pode soltar a imaginação e criar as mais diferentes decorações ( veja as mais diferentes opções em: http://www.flickr.com/search/?q=cupcake). É superfácil preparar os minibolos em casa.
Quando o bolinho já está assado, a brincadeira na cozinha continua com a decoração. Um recurso muito adotado nesse momento é a pasta americana, feita basicamente de açúcar impalpável, gelatina incolor, glicose e glicerina. Ela também pode ser encontrada pronta em lojas que vendem artigos para festa ou até em supermercados. Merengue , confeitos e chocolatinhos também são bem-vindos.
E, se alguém perguntar diga que o cupcake tem esse nome porque anos e anos atrás, quando foi inventado, era assado em copos de cerâmica individuais. Outra teoria é que os ingredientes eram medidos também em copos – por isso o termo cupcake.
O mundo contra o homem
Um terremoto no Haiti no dia 12 de Janeiro de 2010 abalou o mundo inteiro. O terremoto com 7,3 graus na escala Rishtermatou 200 mil e feriu 300 mil. Outro terremoto muito forte que aconteceu esse mês foi o ocorrido no Chile no dia três de março, cuja força foi de 8.8 graus na mesma escala.
O terremoto sul-americano ocasionou uma grande tsunami no Japão, 17.217 quilômetros distante, com 800 mortos. Tsunamis ocorreram também no próprio Chile e no Hawaii.
Terremotos, maremotos, tsunamis e erupções vulcânicas veem ocorrendo com mais intensidade nos últimos anos:
O cientista norte-americano, John Terry, 53, disse: “O fim está próximo! A cada ano a quantidade de terremotos vem aumentando e com ele as erupções vulcânicas e as tsunamis veem destruindo o planeta. Devemos nos preparar para o pior. Meus estudos dizem que os Maias estavam certos: O mundo terminará com uma grande catástrofe em 2012”.
A afirmação de John Terry foi contrariada pelo diretor da CPTPT (Centro de Pesquisas Tecnológicas do Planeta Terra), Eduardo Troxovski, 46: “Na minha opinião o aumento dos fatores internos é normal. Nada passou das estatísticas feitas para CPTPT, mas devemos tomar cuidado com o maior vulcão do mundo, no estado da California, nos Estados Unidos, o Yellowstone. Sua boa tem quilômetros de extensão e se ele voltar a ativa, poderá comprometer a vida dos norte americanos. Sobre os Maias, o motivo do calendário deles terminar no dia 21 de dezembro de 2012, foi culpa dos espanhóis por terem exterminado-os e não permitirem o término do seu calendário”.
O Brasil está longe de ser vítima destes acontecimentos, por não ter nenhum vulcão e por se localizar no meio de duas placas tectônicas, causadoras do terremoto. Estas placas tectônicas existem a mais de quatro bilhões de anos atrás e elas é que movimentam o planeta.
Reportagem
O terremoto sul-americano ocasionou uma grande tsunami no Japão, 17.217 quilômetros distante, com 800 mortos. Tsunamis ocorreram também no próprio Chile e no Hawaii.
Terremotos, maremotos, tsunamis e erupções vulcânicas veem ocorrendo com mais intensidade nos últimos anos:
O cientista norte-americano, John Terry, 53, disse: “O fim está próximo! A cada ano a quantidade de terremotos vem aumentando e com ele as erupções vulcânicas e as tsunamis veem destruindo o planeta. Devemos nos preparar para o pior. Meus estudos dizem que os Maias estavam certos: O mundo terminará com uma grande catástrofe em 2012”.
A afirmação de John Terry foi contrariada pelo diretor da CPTPT (Centro de Pesquisas Tecnológicas do Planeta Terra), Eduardo Troxovski, 46: “Na minha opinião o aumento dos fatores internos é normal. Nada passou das estatísticas feitas para CPTPT, mas devemos tomar cuidado com o maior vulcão do mundo, no estado da California, nos Estados Unidos, o Yellowstone. Sua boa tem quilômetros de extensão e se ele voltar a ativa, poderá comprometer a vida dos norte americanos. Sobre os Maias, o motivo do calendário deles terminar no dia 21 de dezembro de 2012, foi culpa dos espanhóis por terem exterminado-os e não permitirem o término do seu calendário”.
O Brasil está longe de ser vítima destes acontecimentos, por não ter nenhum vulcão e por se localizar no meio de duas placas tectônicas, causadoras do terremoto. Estas placas tectônicas existem a mais de quatro bilhões de anos atrás e elas é que movimentam o planeta.
Reportagem
Ser: Médica. Entrevistamos uma ginecologista que contou sobre seu trabalho e seu dia-a-dia
Margarida K. Kurokawa Hasimoto, ginecologista e obstetra, se formou na faculdade de medicina de Jundiaí – SP, mas hoje mora em Sorocaba – SP.
Porque você escolheu essa profissão?
Para ajudar as pessoas. E escolhi obstetrícia porque acho que dar a luz é uma coisa linda! “ Existe alguma coisa mais linda que a vida? “
O seu trabalho é cansativo, né? Você tem hora para chegar ou sair?
É..., bom, eu tenho hora para chegar, já para sair é outra coisa! (risos)
Por que as mulheres estão optando mais pelo parto cesária do que pelo normal?
Primeiro porque elas não querem sentir dor e, segundo, porque elas têm medo de que aconteça algo com o bebê, por exemplo: paralisia cerebral.
Mas dizem por aí, que parto normal é mais seguro do cesária.
Na verdade, é que no trajeto que o bebê faz no canal de parto, existe uma compressão que facilita a saída de um líquido do pulmão, com isso facilitando a respiração quando o bebê nasce.
Entrevista
Entrevista
Pedágios novos vão subir mais que antigos em SP
Os valores dos pedágios nas estradas estaduais de São Paulo, que serão reajustados dia 1º de julho, vão subir mais nos postos de cobrança novos, de rodovias recém-concedidas pelo governo estadual, do que nos antigos.
Isso ocorre por causa de mudanças no índice de reajuste. O aumento será de 4,18% em rodovias como Imigrantes/Anchieta e Bandeirantes/Anhanguera. O índice se refere ao IGP-M acumulado nos últimos 12 meses, calculado pela Fundação Getúlio Vargas e base para corrigir os contratos firmados pelo governo Mário Covas (PSDB) na segunda metade dos anos 90.
Já em estradas concedidas nos últimos anos pelo governo José Serra (PSDB), como Ayrton Senna, Carvalho Pinto e trecho oeste do Rodoanel, o aumento deve ser maior porque ele é baseado no IPCA, em abril esse índice acumulava 5,26% (a correção final a ser aplicada sairá nos próximos dias).
Notícia
Isso ocorre por causa de mudanças no índice de reajuste. O aumento será de 4,18% em rodovias como Imigrantes/Anchieta e Bandeirantes/Anhanguera. O índice se refere ao IGP-M acumulado nos últimos 12 meses, calculado pela Fundação Getúlio Vargas e base para corrigir os contratos firmados pelo governo Mário Covas (PSDB) na segunda metade dos anos 90.
Já em estradas concedidas nos últimos anos pelo governo José Serra (PSDB), como Ayrton Senna, Carvalho Pinto e trecho oeste do Rodoanel, o aumento deve ser maior porque ele é baseado no IPCA, em abril esse índice acumulava 5,26% (a correção final a ser aplicada sairá nos próximos dias).
Notícia
O lixo no chão
O lixo jogado nas ruas de São Paulo está cada vez mais preocupante. Embalagens, latinhas de refrigerante e copos de plástico são resíduos predominantes nas calçadas, praças e parques.
Segundo uma entrevista feita em São Paulo pela ACL (Associação do Combate ao Lixo), 62% das pessoas entrevistadas não estão preocupadas com a poluição das ruas; 23% dizem que se preocupam, porém, não têm opção pela falta de lixeiras nas ruas, e 15% não jogam o lixo no chão de maneira alguma.
Entretanto, não adianta o governo fazer tudo isso, se as pessoas não mudarem seus hábitos, passarem a se preocupar com o meio ambiente e jogar os resíduos nas lixeiras.
A poluição das ruas, portanto, não se resolverá se ninguém fizer sua parte, então, a população terá que mudar seus hábitos e não jogar o lixo no chão.
Editorial
Segundo uma entrevista feita em São Paulo pela ACL (Associação do Combate ao Lixo), 62% das pessoas entrevistadas não estão preocupadas com a poluição das ruas; 23% dizem que se preocupam, porém, não têm opção pela falta de lixeiras nas ruas, e 15% não jogam o lixo no chão de maneira alguma. O lixo jogado nas ruas entope bueiros e galerias de águas pluviais, provocando grandes enchentes na época das chuvas. Além de tudo, certos recipientes podem acumular água, e favorecer os mosquitos transmissores da dengue.
Um dos motivos do excessivo lixo nas ruas é que o governo não incentiva a reciclagem, não educa a população –precisa-se de pessoas conscientes- e não coloca lixeiras suficientes nas ruas.Entretanto, não adianta o governo fazer tudo isso, se as pessoas não mudarem seus hábitos, passarem a se preocupar com o meio ambiente e jogar os resíduos nas lixeiras.
A poluição das ruas, portanto, não se resolverá se ninguém fizer sua parte, então, a população terá que mudar seus hábitos e não jogar o lixo no chão.
Editorial
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Um passeio pela Bienal do Livro de São Paulo
Quanta gente! Quantos jovens! Não é festa, não é filme, não é futebol. É outra paixão: livros, um amor nem sempre fácil de concretizar.
A viagem que pode começar em uma Bienal do Livro, no país em que mais de 14 milhões de pessoas não sabem ler. Ao todo, 305 estandes de livros que espelham o mundo em que vivemos.
A grandiosidade e os números da 21ª Bienal desmentem a história de que o brasileiro não gosta de ler. Até o dia 22 de agosto, 600 mil pessoas vão passar por lá. Serão vendidos dois milhões de livros. E os compradores serão jovens de comunidades pobres ou adultos de classes média, alta ou baixa.
Eles se cruzarão pelos corredores ou se encontrarão em ambientes pequenos, como o Café Literário. Vão trocar idéias com 305 escritores famosos brasileiros e 21 estrangeiros, como o australiano Markus Zusak, autor de um dos livros mais vendidos no mundo atualmente: “A menina que roubava livros”. Ele está impressionado com um evento desse tamanho na América do Sul.
“Sabia que seria grande, mas não tão grande”, comentou Markos Zusac.
“A surpresa é que isto vem acontecendo em um Brasil tão carente, que nós gostaríamos que tivessem muito mais bibliotecas, muito mais livrarias, que todo mundo tivesse acesso ao livro”, conta o representante do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, Paulo Rocco.
Uma Bienal grande, mas íntima, tudo partindo de algumas folhas de papel impresso, coladas, encapadas. Mas quantas fronteiras elas podem abrir para o leitor...
Notícia
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